Eu ainda ando sozinha, com você no pensamento
Ouço Engenheiros do Hawaii,
Ainda é como se você estivesse aqui.
E Depois de minutos bons, histórias interminaveis
Sinto você aqui.
Pode ser loucura minha,
Mas ainda dançamos juntos,
Ainda cantamos em alto e bom som.
Os Vizinhos ainda nos olham sorrindo,
Seus pais ainda gostam de mim. (Sim, seus pais)
Você ainda olha nos meus olhos,Eu ainda me vejo neles.
Ouço o som da sua voz ao me chamar de boba
Ouço o som da minha ao te chamar de moleque.
Ainda vejo seus olhos cheios de lágrimas
Ainda sinto você passando a mão no meu rosto,
Nos meus cabelos,
No meu pescoço.
Eu ainda vejo o seu sorriso...
Nós ainda rimos juntos.
Ainda sinto seu cheiro,
Seus braços nos meus,
Suas pernas nas minhas,
Seu pensamento em mim.
Ainda ouço o som daquele violão desafinado,
Das suas palavras que me faziam chorar de alegria.
Ainda lembro do seu jeitinho de mexer os ombros,
Ainda ouço o som do seu espirro,
Do seu ronco.
Eu queria sim!
Queria ficar pra sempre.
Por que fui embora?
Por que fui à procura do ponto certo?
O ponto é você!
E eu ainda leio seus poemas.
Já faz tanto tempo...
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Por Acaso!
É, caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento. Descobri que existe o acaso, e de uma certa forma, não é tão ruim.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O Tempo.
A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Parece que até jantei
Com toda a família e sei
Que seu avô gosta de discutir
Que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer
O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim
Espero o dia que vem
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer
O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Distante é devagar
Perto passa bem depressa assim
Pra mim, pra mim
Laiá, lalaiá
Se o tempo se abrir talvez
Entenda a razão de ser
De não querer sentar pra discutir
De fazer birra toda vez que peço tempo pra me ouvir
A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Eu que nunca discuti o amor
Não vejo como me render
Ah, será que o tempo tem tempo pra amar?
Ou só me quer tão só?
E então se tudo passa em branco eu vou pesar
A cor da minha angústia e no olhar
Saber que o tempo vai ter que esperar
E o tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Parece que até jantei
Com toda a família e sei
Que seu avô gosta de discutir
Que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer
O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim
Espero o dia que vem
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer
O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Distante é devagar
Perto passa bem depressa assim
Pra mim, pra mim
Laiá, lalaiá
Se o tempo se abrir talvez
Entenda a razão de ser
De não querer sentar pra discutir
De fazer birra toda vez que peço tempo pra me ouvir
A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Eu que nunca discuti o amor
Não vejo como me render
Ah, será que o tempo tem tempo pra amar?
Ou só me quer tão só?
E então se tudo passa em branco eu vou pesar
A cor da minha angústia e no olhar
Saber que o tempo vai ter que esperar
E o tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim
sábado, 5 de junho de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
João e Maria
Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três.
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês.
Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz.
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país.
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido.
Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
O tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido.
Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim.
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim.
/ Grande Chico Buarque... Maravilhosa voz de Nara Leão...
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
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